Destaques

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CATÁLOGO COMPLETO


D'Artacão e os Três Moscãoteiros

Era uma vez os três, os famosos moscãoteiros, do pequeno D'Artacão, tão bons companheiros...D’Artacão é um jovem corajoso e idealista que vive com os pais numa pequena aldeia da Gasconha. O seu o maior sonho é tornar-se um moscãoteiro do rei. Com o seu cavalo Rofty, D'Artacão parte numa aventura até Paris.Lá, encontra Pom, um enérgico e divertido rato. Juntamente com os seus amigos moscãoteiros: Mordos, Dogos e Arãomis, D’Artacão descobrirá o valor da amizade e da justiça, numa luta interminável contra o maquiavélico cardeal Richelião e os seus cúmplices, o conde de Rocãoforte e a bela e perigosa gata, Milady, lutando contra o seu poder e as ameaças que pairam entre a França e a Inglaterra. Conseguirá D'Artacão tornar-se um moscãoteiro e conquistar o coração da sua amada Julieta?Uma versão em banda desenhada do clássico televisivo dos anos 80, inspirada no famoso romance “Os Três Mosqueteiros” de Alexandre Dumas.


Ficha Técnica
D'ARTACÃO E OS TRÊS MOSCÃOTEIROS
CLAUDIO BIERN BOYD
Tradução e Prefácio: Francisco Silva
ISBN: 978-989-35584-7-8
Dimensões: 21 x 26 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 90
© B.R.B. INTERNACIONAL, S.A. 1981
© Intelectual Editora. 2024


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Claudio Biern Boyd (Palma de Maiorca, 21 de novembro de 1940 – 17 de outubro de 2022) foi um criador, produtor e argumentista espanhol de séries de animação e também fundador da empresa espanhola de animação BRB Internacional S.A.
Boyd foi criador, produtor executivo, e também argumentista de inúmeras séries de animação, tais como D'Artacão e os Três Moscãoteiros, A Volta ao Mundo em 80 Dias com Willy Fog, Ruy, o Pequeno Cid, Histórias do Futebol, Sandokan, entre outras.

D'Artagnan e os Três Mosqueteiros (1)

(A leitura deste mangá é feita da direita para a esquerda, conforme o padrão tradicional de publicação no Japão, preservando a experiência de leitura original.)Neste emocionante mangá, inspirado no famoso clássico literário "Os Três Mosqueteiros", de Alexandre Dumas, viajamos até à França do século XVII.D'Artagnan, um jovem com o coração cheio de coragem e sonhos, chega a Paris, onde conhece três amigos muito especiais: Athos, Porthos e Aramis. Juntos, vivem aventuras incríveis, enfrentam vilões malvados e protegem o reino das conspirações do cardeal de Richelieu e da sua espia, a bela e perigosa Milady. D’Artagnan vai também contar com a amizade de Jean, um menino que procura a sua mãe, e também com Constance, a simpática e jovem aia da rainha Ana.Junta-te a d'Artagnan e aos seus amigos numa aventura divertida e emocionante, onde a amizade e a coragem estão sempre em primeiro lugar!


Ficha Técnica
D'ARTAGNAN E OS TRÊS MOSQUETEIROS 1
REN KISHIDA
Título original: Anime Sanjūshi 1
Tradução: Francisco Silva
ISBN: 978-989-35584-9-2
Dimensões: 14 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
© 1987, Ren Kishida
© 2025, Intelectual Editora


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Ren Kishida, mangaká japonesa reconhecida pelo seu trabalho na adaptação para mangá da série anime Anime Sanjūshi (Os Três Mosqueteiros), lançado em 1987. A adaptação foi publicada em três volumes e seguiu a narrativa da série de televisão, baseada na obra clássica de Alexandre Dumas. O estilo artístico de Kishida destaca-se pela atenção ao detalhe e pela fidelidade às narrativas originais das obras que adapta.

D'Artagnan e os Três Mosqueteiros (2)

(A leitura deste mangá é feita da direita para a esquerda, conforme o padrão tradicional de publicação no Japão, preservando a experiência de leitura original.)A rainha de França confiou o seu precioso colar de diamantes ao duque de Buckingham, mas agora o implacável cardeal de Richelieu descobriu tudo. Para a comprometer, convenceu o rei a organizar um grande baile no palácio do Louvre, onde a rainha deverá usar o colar. O problema? O colar está em Londres, e faltam apenas dez dias para o evento!D’Artagnan e os seus inseparáveis amigos, os famosos Três Mosqueteiros – Athos, Porthos e Aramis – embarcam numa corrida contra o tempo para recuperar o colar de diamantes. Pelo caminho, repleto de armadilhas e perigos, d’Artagnan e os três mosqueteiros contam com a ajuda de Constance, aia da rainha, e do pequeno Jean. Mas Richelieu tem um trunfo na manga: a sua espia, a bela e perigosa Milady, disposta a tudo para impedir que os nossos heróis tenham êxito.De França a Inglaterra, pela honra da rainha e pelo destino do reino, conseguirão os nossos heróis recuperar o colar de diamantes antes que seja tarde demais?


Ficha Técnica
D'ARTAGNAN E OS TRÊS MOSQUETEIROS 2
REN KISHIDA
Título original: Anime Sanjūshi 2
Tradução: Mariana Félix, Francisco Silva
ISBN: 978-989-35890-9-0
Dimensões: 14 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
© 1987, Ren Kishida
© 2025, Intelectual Editora


Ren Kishida, mangaká japonesa reconhecida pelo seu trabalho na adaptação para mangá da série anime Anime Sanjūshi (Os Três Mosqueteiros), lançado em 1987. A adaptação foi publicada em três volumes e seguiu a narrativa da série de televisão, baseada na obra clássica de Alexandre Dumas. O estilo artístico de Kishida destaca-se pela atenção ao detalhe e pela fidelidade às narrativas originais das obras que adapta.

D'Artagnan e os Três Mosqueteiros (3)

(A leitura deste mangá é feita da direita para a esquerda, conforme o padrão tradicional de publicação no Japão, preservando a experiência de leitura original.)Falta apenas um dia para o grande baile no Louvre, onde a rainha deverá exibir o seu colar de diamantes. D’Artagnan, na posse do colar e a bordo de um navio rumo a França, enfrenta uma travessia tempestuosa no Canal da Mancha — e um perigo mortal: Milady, a espia implacável do cardeal Richelieu, escondida a bordo, disposta a tudo para recuperar o colar e levar a cabo a sua vingança.Athos, Porthos e Aramis — os Três Mosqueteiros, Constance e o corajoso Jean juntam-se a d’Artagnan numa desesperada corrida contra o tempo. A honra da rainha e o destino do reino estão em jogo. Mas os perigos não cessam. Quando a ameaça de Milady finalmente parece chegar ao fim, Paris mergulha num novo pesadelo: um enigmático criminoso com uma terrível máscara de ferro espalha o pânico pelas ruas.Entre confrontos finais, decisões difíceis e revelações sombrias, esta é a derradeira batalha dos nossos heróis.


Ficha Técnica
D'ARTAGNAN E OS TRÊS MOSQUETEIROS 3
REN KISHIDA
Título original: Anime Sanjūshi 3
Tradução: Francisco Silva
ISBN: 978-989-36213-1-8
Dimensões: 14 x 21
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
© 1987, Ren Kishida
© 2025, Intelectual Editora


Ren Kishida, mangaká japonesa reconhecida pelo seu trabalho na adaptação para mangá da série anime Anime Sanjūshi (Os Três Mosqueteiros), lançado em 1987. A adaptação foi publicada em três volumes e seguiu a narrativa da série de televisão, baseada na obra clássica de Alexandre Dumas. O estilo artístico de Kishida destaca-se pela atenção ao detalhe e pela fidelidade às narrativas originais das obras que adapta.

A Princesa e o Emir

AMOR E PAIXÃO NO GHARB AL ANDALUZEste romance é uma fantasia histórica inspirada no poema de Almeida Garrett, Dona Branca, que introduziu o Romantismo em Portugal.A princesa Branca é uma jovem bela e sedutora que cresceu alegre e feliz na corte de seu pai, Dom Afonso III. Rebelde e apaixonada, a jovem princesa sonha, um dia, encontrar o grande amor da sua vida. Um dia, a princesa encontra por acaso um jovem príncipe muçulmano que irá mudar definitivamente o seu destino. A partir desse momento, começa para Branca uma viagem de descoberta do verdadeiro amor. Presos por uma paixão intensa, os dois jovens não mais se irão separar. «A Princesa e o Emir» conta-nos uma história de amor e paixão inesquecível no Gharb Al Andaluz.


Ficha Técnica
A PRINCESA E O EMIR
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-53855-8-4
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 218


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

Afonso Henriques: O Primeiro Rei

PRÍNCIPE. GUERREIRO. REI.Uma história repleta de intriga, cavaleiros, mulheres determinadas, paixão, honra, coragem e desafios! Contada na primeira pessoa pelos homens e mulheres que viveram... o nascimento de uma nação!Afonso Henriques, herdeiro dos Condes de Portucale, cresceu no seio da mais importante família nobre do condado, os Moniz de Ribadouro, no coração do Condado Portucalense. Incomodados com a crescente importância do nobre galego, Fernando Peres de Trava, aliado e amante da condessa reinante, Dona Teresa, os barões portucalenses veem em Afonso Henriques a sua única esperança para, através de uma revolta armada, alcançar a emancipação do Condado Portucalense e transformá-lo num reino independente.Corajoso e intrépido como poucos, Afonso Henriques revolta-se contra sua mãe, que vence na batalha de São Mamede, apoiado pelo seu aio e mentor, Egas Moniz, e por grande parte da nobreza portucalense. A partir daí, Afonso Henriques continuará imparável, na senda de conquistas e vitórias, chamando a si mesmo o dever e a responsabilidade de fundar e forjar um reino que sempre teve no coração.


Ficha Técnica
AFONSO HENRIQUES: O PRIMEIRO REI
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-35584-5-4
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 265


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

Rosas para Isabel

UM AMOR, UM SONHO UMA NAÇÃOIsabel de Aragão cresceu na corte de seu avô, Jaime I, homem profundamente religioso que nos últimos anos de vida escolheu viver como um asceta. Isabel conviveu assiduamente com as ideias do filósofo Arnaldo de Vilanova e com as novas ideias difundidas por São Francisco de Assis que preconizavam a vivência religiosa profunda, uma vida mais simples voltada para o despojamento e para a prática da caridade.Profundamente religiosa e piedosa, Isabel pensou na possibilidade de professar. Contudo sabia que, como princesa, esperava-a um casamento de estado com o rei de Portugal, Dom Dinis. Isabel partiu para o seu novo reino imbuída das ideias com as quais cresceu em Aragão.
Sabia que seu marido, Dom Dinis, era considerado o homem mais culto do seu tempo, para além de ser poeta e trovador, o que a fazia sentir apreensiva em relação ao seu futuro casamento com o jovem rei que pretendia transformar o Reino de Portugal no mais importante e respeitado reino da Península Ibérica.


Ficha Técnica
ROSAS PARA ISABEL
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-53855-2-2
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

As Trovas de um Rei

UM REI POETA, UMA RAINHA SANTA, UM REINADO ÚNICOIsabel de Aragão, rainha de Portugal, acompanha e incentiva o grande sonho de Dom Dinis, de tornar Portugal no reino mais rico e mais próspero da Península Ibérica.À medida que testemunha todas as capacidades governativas e visionárias do rei, assim como a sua vertente de sábio, poeta e artista, a admiração que sente por seu marido não conhece limites. Isabel lê e guarda no coração todas as trovas e cantigas que ele lhe dedica. Na corte, em Coimbra, em Santarém, em Lisboa e no idílico Paço de Monte Real, Dinis e Isabel levam uma vida de predestinados, entregando-se à tarefa para a qual foram fadados pelo Altíssimo. Juntos caminham para uma amálgama de sucesso ímpar no governo e na transformação e modernização do reino.Contudo algumas nuvens negras surgem no horizonte que ameaçam perturbar o reino e a vida dos jovens soberanos que irão necessitar de toda a sua sabedoria e coragem para as superar.


Ficha Técnica
AS TROVAS DE UM REI
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-35283-1-0
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 180


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

Fogo Sagrado

UMA RAINHA SANTA, UM PAÍS DIVIDIDO, UM MILAGRE FINALIsabel e Dinis continuam a reinar com mestria e sabedoria no Reino de Portugal, que a superior inteligência política e diplomática do rei transformou no reino mais próspero da Península Ibérica.Isabel consegue realizar um dos seus mais ardentes desejos; converter o rei às orientações espirituais de São Francisco de Assis e influenciá-lo para que entregue a uma religiosidade mais profunda.Contudo, um acontecimento abalará inexoravelmente a felicidade do casal real e a estabilidade e a prosperidade do reino: Isabel e Dinis testemunham o ciúme doentio do seu herdeiro em relação a um dos seus irmãos, ao mesmo tempo que testemunham impotentes o resvalar do seu amado reino para a uma violenta guerra civil, que só Isabel, com a sua santa mediação, tudo fará para evitar que se transforme em tragédia.


Ficha Técnica
FOGO SAGRADO
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-35283-9-6
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 167


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

A Paixão Secreta de D. Sebastião

Um rei destinado à lenda... Uma mulher destinada a amá-lo.Este romance conta-nos uma versão alternativa da vida do rei Dom Sebastião, último rei da dinastia de Avis. Uma versão bem diferente de toda a narrativa que conhecemos contada pela história oficial.Partindo da premissa que a História não nos conta toda a verdade sobre Dom Sebastião, acompanhamos o percurso de vida do jovem rei, e tomamos conhecimento de muitas das suas alegrias, tristezas, as suas ambições, os seus amores e a sua profunda espiritualidade.É um romance que nos apresenta o rei Dom Sebastião como nunca o vimos.


Ficha Técnica
A PAIXÃO SECRETA DE D. SEBASTIÃO
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-35890-7-6
Dimensões: 13 x 19 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 153


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

A Queen for Eternity

Isabel of Aragon, Queen of Portugal, sincere, kind and compassionate, accompanies and encourages King Dinis’s greatest dream of making Portugal the most prosperous kingdom on the Iberian Peninsula. In wonder, she witnesses all his governing and visionary faculties as well as his capacities as a poet, a scholar and an artist. The admiration she feels for her husband knows no limits.Together they head towards a unique combination of success in the government, and the transformation and modernization of the kingdom. However, some dark clouds appear on the horizon, which threaten to disturb the sovereigns’ peace and happiness. They will need all their wisdom and courage to face them.Dinis and Isabel witness their heir's unhealthy jealousy towards one of his siblings, while at the same time, they helplessly witness their beloved kingdom slip into a violent civil war that only Isabel with her holy and wise mediation, will be able to avoid.


Ficha Técnica
A QUEEN FOR ETERNITY
MARIA CRISTINA SOUSA
ISBN: 978-989-35890-4-5
Dimensões: 13 x 19 cm
Encadernação: Capa mole
Idioma: Inglês
Páginas: 373


Maria Cristina Sousa nasceu no Porto. Frequentou a Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em Filologia Germânica. Atualmente leciona numa escola da cidade do Porto. A sua paixão por História, nomeadamente por História de Portugal, fez com que se dedicasse a profundos estudos sobre vários temas históricos.

Os Três Mosqueteiros: D'Artagnan

UM POR TODOS E TODOS POR UM!Sob o tumultuoso reinado de Luís XIII, o jovem d'Artagnan parte para Paris para realizar o seu sonho de se tornar mosqueteiro do rei. No decurso de um encontro turbulento, faz amizade com três valentes mosqueteiros, Athos, Porthos e Aramis. Agora inseparáveis, os quatro amigos lutam corajosamente contra as conspirações do cardeal Richelieu e da misteriosa Milady. D'Artagnan tem de mostrar coragem e lealdade para salvar a honra da rainha e conquistar o amor da bela Constance...Descobre as aventuras de d'Artagnan, numa edição enriquecida com fotografias do filme.


Ficha Técnica
OS TRÊS MOSQUETEIROS: D'ARTAGNAN
ALEXANDRE DUMAS | CHRISTINE FÉRET-FLEURY
Tradução: Francisco Sousa Faria da Silva
ISBN: 978-989-35283-0-3
Dimensões: 13,5 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 252


Christine Féret-Fleury nasceu em 1960, em França. Foi editora na Gallimard e é atualmente editora na Hachette Livre. Em 1996, publicou o seu primeiro livro para crianças, Le Petit Tamour, seguido de uma novela para adultos, Les vagues sont douces comme des tigres (1999), que recebeu o Prix Antigone. Desde 2001, dedica-se exclusivamente à escrita, tendo publicado dezenas de títulos.


Alexandre Dumas (1802-1870) foi um romancista e dramaturgo francês, autor de inúmeros romances históricos, entre os quais se destacam Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo, clássicos de romance de capa e espada, de grande aceitação popular.

Os Três Mosqueteiros: Milady

UM POR TODOS E TODOS POR UM!Numa busca frenética para salvar Constance, raptada diante dos seus olhos, o jovem mosqueteiro d’Artagnan é forçado a aliar forças com a bela e misteriosa Milady, de Winter, chegando ao ponto de desafiar o cardeal de Richelieu. Quando Luís XIII ordena o cerco de La Rochelle, os valentes mosqueteiros são chamados como reforços e são os últimos bastiões antes do caos, prestes a eclodir numa conspiração que ameaça incendiar e espadeirar o país. Tudo se complica ainda mais quando Milady revela gradualmente os seus terríveis segredos.Descobre as aventuras de Milady e dos mosqueteiros, numa edição enriquecida com fotografias do filme.


Ficha Técnica
OS TRÊS MOSQUETEIROS: MILADY
ALEXANDRE DUMAS | MAXIME FONTAINE
Tradução: Francisco Sousa Faria da Silva
ISBN: 978-989-35584-1-6
Dimensões: 13,5 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 286


Maxime Fontaine nasceu em 1975 em Seclin, no departamento do Norte, em França. É professor, romancista, argumentista e bloguer de banda desenhada. Começou a escrever em 2005, publicando uma trilogia de fantasia. Desde então, tem dividido o seu tempo entre a banda desenhada, romances para jovens, thrillers e histórias de fantasia.


Alexandre Dumas (1802-1870) foi um romancista e dramaturgo francês, autor de inúmeros romances históricos, entre os quais se destacam Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo, clássicos de romance de capa e espada, de grande aceitação popular.

O Sinal do Zorro

A HISTÓRIA ORIGINAL DO JUSTICEIRO MASCARADO!No início do século XIX, o jovem fidalgo Don Diego Vega assume a identidade secreta de Zorro para defender o povo da tirania dos soldados espanhóis que dominam as colónias da Coroa Espanhola na região da Califórnia. O justiceiro mascarado enfrenta os homens do sargento Gonzales e cruza a sua espada com o pérfido capitão Ramón na disputa pelo coração da bela Lolita Pulido. O Sinal do Zorro é um clássico da literatura pulp que deu origem a um dos heróis mais famosos de todos os tempos.

Publicado em parceria com Bold Venture Press.
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados. Publicado com permissão da Zorro Productions.


Ficha Técnica
O SINAL DO ZORRO
JOHNSTON MCCULLEY
Tradução: Francisco Silva
Prefácio: Audrey Parente
Ilustrações: Sora Almasy
ISBN: 978-989-53855-7-7
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 274


O nome e a imagem de Zorro são conhecidos em todo o mundo, desde a estreia do personagem em The All-Story Weekly, uma revista semanal popular. Zorro nasceu da ocupada máquina de escrever de Johnston McCulley.
McCulley nasceu em 1883 em Ottowa, Illinois, nos Estados Unidos e foi criado na cidade vizinha de Chillicote. Começou a sua carreira de escritor como repórter policial e tornou-se um prolífico autor de ficção.
Contribuiu para revistas populares da época como Argosy, Western Story Magazine, Detective Story Magazine, e Blue Book. Os seus romances eram frequentemente reimpressos. Escreveu argumentos para cinema e televisão.
Inspirado pelo sucesso de Zorro, McCulley desenvolveu vários romances ambientados na Califórnia espanhola. Revistas como Argosy chamaram-lhes frequentemente como histórias de «Zorro-land»!
Entre os seus outros personagens estão The Crimson Clown, Thubway Tham, The Thunderbolt, e The Green Ghost.
McCulley morreu a 23 de Novembro de 1958 em Los Angeles, Califórnia.

Zorro - Sombras da Rebelião

Alta Califórnia, 1843. Enquanto as tensões políticas ameaçam espadeirar o país, um misterioso vilão traça um plano para se coroar imperador do México e subjugar o povo à sua tirania, acusando injustamente as tribos indígenas de revolta.Mas dois homens surgem das sombras para travar esta maquiavélica conspiração: Zorro, o justiceiro mascarado, defensor dos oprimidos, e o enigmático conde de Monte Cristo, movido por um inabalável sentido de honra e justiça. Entre perigos mortais e alianças inesperadas, Zorro e Monte Cristo terão de usar todo o seu engenho e coragem para desmascarar esta conspiração.Do vibrante e movimentado pueblo de Los Angeles à pacata missão de San Gabriel, do sumptuoso El Camino Real às solarengas haciendas e ao majestoso palácio de Santa Anna, em Monterey, Zorro e Monte Cristo serão confrontados não só pelos inimigos, mas também por fantasmas do passado.Amizades serão forjadas e amores inesperados nascerão, enquanto o destino da liberdade pende na balança, à mercê de um único golpe de espada!

Publicado em parceria com Bold Venture Press.
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados. Publicado com permissão da Zorro Productions.


Ficha Técnica
ZORRO - SOMBRAS DA REBELIÃO
FRANCISCO SILVA
Introdução: Audrey Parente
Ilustrações: Álvaro André Neves
Posfácio: Jan Zbiciński
ISBN: 978-989-35890-2-1
Dimensões: 13 x 19 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 126


Francisco Silva nasceu no Porto em 1988 e desde muito jovem desenvolveu a sua paixão por literatura, cinema e ilustração, áreas que aprofundou na sua formação académica.
Estudou Artes Visuais na Escola Artística de Soares dos Reis e é licenciado na área das Artes pela Universidade Católica Portuguesa.
O seu trabalho de escrita e ilustração divide-se entre Portugal e Estados Unidos da América.

Os Salteadores da Torre de Londres

Inglaterra, setembro de 1616. Richelieu junta-se a um bando de foragidos para combater o novo e maquiavélico plano da Ordem dos Cavaleiros da Rosa Negra. A população vive aterrorizada e a única esperança para alcançar a paz está neste grupo de resistentes.
Alheio a tudo isto, o rei Jaime prepara um baile na famosa Torre de Londres para dar as boas-vindas a uma princesa do Novo Mundo.
Entre tempestades marítimas, duelos de espada e perseguições a cavalo, Richelieu vai ter de enfrentar fantasmas do passado, reviver uma paixão antiga e ainda desvendar a identidade do líder desta sociedade secreta.

(Recomendado pelo PNL2027 - 2018 2.º Sem. - Literatura - dos 9-11 anos - dos 12-14 anos - Mediana)


Ficha Técnica
OS SALTEADORES DA TORRE DE LONDRES
FRANCISCO SILVA
ISBN: 978-989-35584-3-0
Dimensões: 14 x 20 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 126
Coleção: As Crónicas dos Mosqueteiros


Francisco Silva nasceu no Porto em 1988 e desde muito jovem desenvolveu a sua paixão por literatura, cinema e ilustração, áreas que aprofundou na sua formação académica.
Estudou Artes Visuais na Escola Artística de Soares dos Reis e é licenciado na área das Artes pela Universidade Católica Portuguesa.
O seu trabalho de escrita e ilustração divide-se entre Portugal e Estados Unidos da América.

Os Filhos do Deserto

Em 1622, ao largo da costa do Norte de África, um navio pirata ataca a embarcação de Richelieu. O francês e os marinheiros portugueses são aprisionados por Ali Bitchin, o lendário rei dos piratas barbarescos e Senhor de Argel.Em Argel, a Princesa Lalla, filha do sultão de Cabília, aguarda ansiosamente a chegada de Bitchin. Prometida em casamento ao sanguinário líder, Lalla conseguiu persuadi-lo a aguardar a conclusão da construção da nova mesquita da cidade. O tempo urge e o fatídico dia está cada vez mais perto.
Richelieu é levado para Argel para trabalhar na grande construção ao lado dos escravos. Juntos vão engendrar um plano de fuga e desafiar a fúria do Senhor de Argel.

(Livro recomendado PNL2027 - 2020 1.º Sem. - Literatura - dos 9-11 anos - dos 12-14 anos - Mediana)


Ficha Técnica
OS FILHOS DO DESERTO
FRANCISCO SILVA
ISBN: 978-989-53855-0-8
Dimensões: 14 x 20 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Coleção: As Crónicas dos Mosqueteiros


Francisco Silva nasceu no Porto em 1988 e desde muito jovem desenvolveu a sua paixão por literatura, cinema e ilustração, áreas que aprofundou na sua formação académica.
Estudou Artes Visuais na Escola Artística de Soares dos Reis e é licenciado na área das Artes pela Universidade Católica Portuguesa.
O seu trabalho de escrita e ilustração divide-se entre Portugal e Estados Unidos da América.

A Herdeira do Titanic

UM GIGANTE CAÍDO E O DESTINO DE UMA FAMÍLIANo dia 15 de abril de 1912, o mundo acorda em choque com o naufrágio do Titanic, a maior e mais arrojada construção náutica alguma vez construída até à data.De Inglaterra rumo à América embarcou uma jovem de nome Vivien, a pedido do seu avô, o magnata Bernard Belanger, um homem cru e angustiado pelo passado. Vivien é a sua única e última esperança para a redenção.
Entre os sobreviventes resgatados pelo navio Carpathia, chega a Nova-Iorque a jovem que é recebida na mansão da família em Riverside Drive.
Vive-se uma época de mudança com ideias progressistas, que vão desde os avanços tecnológicos até à luta das sufragistas, que fervilham no seio do mundo civilizado. Mas o naufrágio do Titanic veio abalar os alicerces da sociedade e deixar um aviso ao ser humano e às suas ambições.
A herdeira rapidamente se vê envolvida num turbilhão de acontecimentos, não só pelas consequências do naufrágio mas também por uma jura de vingança que a sua vinda a Nova Iorque reacendeu.
Tal como o Titanic, a poderosa família Belanger também tem pés de barro. Os gigantes também caem...


Ficha Técnica
A HERDEIRA DO TITANIC
FRANCISCO SILVA
ISBN: 978-989-53855-1-5
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 222


Francisco Silva nasceu no Porto em 1988 e desde muito jovem desenvolveu a sua paixão por literatura, cinema e ilustração, áreas que aprofundou na sua formação académica.
Estudou Artes Visuais na Escola Artística de Soares dos Reis e é licenciado na área das Artes pela Universidade Católica Portuguesa.
O seu trabalho de escrita e ilustração divide-se entre Portugal e Estados Unidos da América.

Lua Eterna: Os Herdeiros do Universo

«VENCEDOR DO PRÉMIO MELHOR LIVRO JUVENIL 2021» Oklahoma Writers’ Federation Inc.«PALMA DE BRONZE LITERÁRIA, 2021» Florida Writers AssociationDiego, de catorze anos, só conhece as colinas e os prados da herdade do seu pai na Califórnia de 1829. A sua vida simples e pacífica é abalada quando alienígenas invadem o local e Diego é capturado por guerreiros reptilianos. Ele agora é um escravo numa enorme nave espacial repleta de avanços tecnológicos ainda não imaginados. Incapaz de comunicar, Diego luta para sobreviver e ganhar o respeito dos seus captores.Quando os problemas surgirem, será ele capaz de unir os seus companheiros escravos para combater um inimigo mais mortífero, ou irá trair a confiança de Ziron, o comandante da nave?E será que Diego conseguirá recuperar a sua liberdade e regressar à Terra?


Ficha Técnica
LUA ETERNA: OS HERDEIROS DO UNIVERSO
SUSAN KITE
Título original: Moon Crusher
Tradução: Francisco Silva
ISBN: 978-989-35283-2-7
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 214


Susan Kite é uma cidadã do mundo, o que significa que cresceu em todo o lado. Começou a escrever quando era mais nova, mas só começou a sério quando os seus filhos já eram crescidos. Agora dedica-se à sua paixão, a escrita. Começou por escrever fan fiction, mas agora escreve livros para jovens adultos.No seu currículo constam títulos de vários géneros literários, entre os quais se destacam, a ficção histórica My House of Dreams, os de ficção científica,The Mendel Experiment, Moon Crusher, Blue Fire, The Power Stone of Alogol, Crossroads to the Stars.
É também a autora de vários contos do justiceiro mascarado Zorro, publicados em duas antologias. É também a autora da trilogia Zorro’s Pacific Odyssey.
Os seus mais recentes projetos literários são The Legend of Billy Bob Flybottom: A Very Tall Tale, um conto infantil sobre bullying; First Realm e Realms of the Cat, duas fantasias sobre cães e gatos que trabalham juntos para salvar uma menina.Susan Kite vive com o seu marido em Yukon, Oklahoma, e tem um chiweenie-terrier cheio de opiniões e dois gatos traquinas.

Jami

Um banco de jardim (Jami) interpela o leitor desde a primeira linha. Faz-lhe um convite:"Começo por te pedir isto: tens de acreditar que sou um banco de jardim."É um banco que consegue sentir as emoções do leitor que nele se senta. Fala-lhe na primeira pessoa e apresenta-o aos seus amigos: uma árvore, um esquilo, um corvo e dois cisnes. Em seguida conta-lhe uma história de amor, que perdura por 50 anos, entre Luka e Mia. Uma história que teve Jami como cenário em momentos decisivos, tendo sido nele que tudo começou. O leitor fica a conhecer episódios de um namoro que deu em casamento, contra a vontade do pai de Luka, e que teve anos felizes e uma enorme tragédia que ensombra para sempre a felicidade daquela família.À volta desta história central, outras se desenrolam, todas elas tendo em comum a nossa incessante procura de amor e aceitação, que Jami e os seus amigos comentam e traduzem à luz da sua realidade.


Ficha Técnica
JAMI
RUI MIGUEL ALMEIDA
ISBN: 978-989-53855-9-1
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 212


Nascido em Coimbra em 1975, viveu quase sempre em Aveiro, que sente como a sua cidade. Licenciado em Economia, é casado, tem dois filhos, dois gatos e um emprego cinzento. Além da literatura, as suas grandes paixões são a música e a fotografia. Adora gatos, praia e viajar. Em 2021, em conjunto com um amigo de infância, fundou a Visgarolho Editora. Enquanto autor publicou "O diário do meu suicídio" (Coolbooks, 2015) , “Desencanto em dó menor” (Coolbooks, 2018).

Cheio, Por Favor

Estas páginas relatam histórias de uma família, contadas em pequenos fragmentos, a várias vozes, em diferentes espaços temporais. Sãozinha teve dois filhos, Beatriz e Diogo, antes de ser abandonada pelo namorado. Estes casaram com Jaime e Laura. São as vozes do livro, que se vão intercalando entre si. Sãozinha, abnegada a todo o tipo de sacrifícios, cria os filhos sozinha e consegue realizar o sonho do homem que não consegue esquecer: abrir uma esplanada na praia. Mantém uma relação ambígua com Henrique, o dono de uma livraria, de enorme cumplicidade e amizade, mas nunca assumida. Uma grande tragédia recai sobre esta família e cada um terá de encontrar a sua forma de conseguir lidar com o sucedido. Pelo meio, todos lutam com os seus traumas, com um passado cheio de feridas e não isento de mentiras, culpas e omissões.Pelas "vozes" de cada uma das personagens se fica a saber os porquês das suas ações, os segredos que escondem uns dos outros, o sofrimento com que têm de aprender a viver, questionando o quão reprováveis serão as suas atitudes.


Ficha Técnica
CHEIO, POR FAVOR
RUI MIGUEL ALMEIDA
ISBN: 978-989-35890-8-3
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248


Nascido em Coimbra em 1975, viveu quase sempre em Aveiro, que sente como a sua cidade. Licenciado em Economia, é casado, tem dois filhos, dois gatos e um emprego cinzento. Além da literatura, as suas grandes paixões são a música e a fotografia. Adora gatos, praia e viajar. Em 2021, em conjunto com um amigo de infância, fundou a Visgarolho Editora. Enquanto autor publicou "O diário do meu suicídio" (Coolbooks, 2015) , “Desencanto em dó menor” (Coolbooks, 2018).

Mundos de Diana - Vol. I

Diana é uma adolescente de quase quinze anos em abril de 2020, quando algo que escreve tem o poder de a salvar do apartamento em que via a mãe ser vítima de violência doméstica, em Coimbra. De regresso a Braga, a jovem embarca numa intrigante viagem de autodescoberta, partilhada num diário para a antiga melhor amiga, Luana, com a qual só através dele realmente comunica.A par de impasses na relação com a família ou da entrada no secundário, que a leva a apaixonar-se pelo único colega com o qual se consegue conectar, Diana começa a explorar a forma como os mundos que formam cada um de nós se encaixam – ou não – no universo que temos em comum: o da Humanidade.Neste primeiro de dois volumes, passado no ano mais transformativo dos nossos tempos, são já realizadas estimulantes críticas a diversos aspetos da sociedade portuguesa atual e ao individualismo do ser humano, com passagens que nos inspirarão a todos.


Ficha Técnica
MUNDOS DE DIANA - VOL. I
JOANA CAETANO GOMES
ISBN: 9978-989-35283-8-9
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192


Joana Catarina Caetano Gomes nasceu em Braga, mas também passou parte da adolescência em lugares como Santarém, Lisboa, Penacova e Frankfurt.
Tendo a escrita sido a sua primeira brincadeira, guarda imensos cadernos com histórias desde sempre ditadas ou escritas por ela.
Aos 17 anos, publicou o seu primeiro livro, intitulado “Sussurra-me Poesia”, também com capa e ilustrações da sua autoria. Desde então, levar as suas palavras a inspirar mais pessoas é o seu maior propósito. Adora escrever sobre temas que comovem e inquietam a geração de hoje.

Mundos de Diana - Vol. II

É janeiro de 2021. Diana regressa com nervosismo à escola por apenas uma semana, antes de se ver pela primeira vez confinada com a mãe e o irmão de sete anos num velho e apertado apartamento em Braga. Livre na sua solitude, a jovem explora mais a fundo a razão de todos nós perdermos os lugares em que deveríamos estar no mundo físico, de o transbordante mundo digital se tornar um vício, ou de o mundo interior se ir esquecendo daquilo de que mais se deveria lembrar. Quando as ruas voltam a abrir, há espaço para Diana se reencontrar com Gabriel e com o resto da família, que trarão as mais surpreendentes revelações.Neste introspetivo e fascinante volume final de "Mundos de Diana", são partilhadas reflexões que retratam o Portugal contemporâneo e que irão continuar na vida — aquele simples dia que de pessoa para pessoa vai tendo uma diferente duração — de todos os que as lerem.


Ficha Técnica
MUNDOS DE DIANA - VOL. II
JOANA CAETANO GOMES
ISBN: 978-989-35584-2-3
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168


Joana Catarina Caetano Gomes nasceu em Braga, mas também passou parte da adolescência em lugares como Santarém, Lisboa, Penacova e Frankfurt.
Tendo a escrita sido a sua primeira brincadeira, guarda imensos cadernos com histórias desde sempre ditadas ou escritas por ela.
Aos 17 anos, publicou o seu primeiro livro, intitulado “Sussurra-me Poesia”, também com capa e ilustrações da sua autoria. Desde então, levar as suas palavras a inspirar mais pessoas é o seu maior propósito. Adora escrever sobre temas que comovem e inquietam a geração de hoje.

O Transmontano

Francisco é um jovem transmontano, de identidade deslocada da vida na sua aldeia natal e marcada pelo desencanto. "O Transmontano" narra a sua partida, mais uma entre milhares de portugueses no cruzar das décadas de 50 e 60, rumo a Lisboa. Deixa-se para trás uma vida, procura-se noutra o pertencimento. O romance, de diálogos introspetivos e de escrita reflexiva, navega a eterna tensão entre união e identidade em meio à pressão das estruturas sociais que nos rodeiam, empurram e moldam o destino.


Ficha Técnica
O TRANSMONTANO
JOÃO NUNES
ISBN: 978-989-35890-6-9
Dimensões: 13 x 19 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 134


João Nunes, 24 anos, de Lisboa. Economista de formação e profissão, encontra também na escrita a possibilidade de enveredar por algo substantivo e enriquecedor. "O Transmontano" é o seu primeiro livro original, marcado por reflexões pessoais e histórias familiares.

O Peixinho Preto

Um velho peixe conta aos seus filhos e netos sobre o Peixinho Preto que, cansado e insatisfeito com a sua vida sem qualquer objetivo num pequeno riacho, decide aventurar-se em busca do mar e aprender sobre a vida noutras partes do mundo.«O Peixinho Preto», de Samad Behrangi, é uma história familiar a todos nós, que muitas vezes esquecemos a verdadeira missão da vida, desvanecida na rotina do quotidiano. Esta narrativa apela e motiva ao florescimento mental e do autoconhecimento em crianças e adolescentes, na esperança de promover a cultura da leitura e do questionamento.


Ficha Técnica
O PEIXINHO PRETO
SAMAD BEHRANGI
Tradução e ilustrações: Khatereh Kianinezhad
Ilustrações: © Khatereh Kianinezhad
ISBN: 978-989-35584-4-7
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 52


Samad Behrangi (24 de junho de 1939, Tabriz, 31 de agosto de 1967), foi um professor iraniano, ativista social e crítico, folclorista, tradutor e contista de ascendência azerbaijana. É famoso pelos seus livros infantis, com especial destaque para «O Peixinho Preto».
Os seus livros retratam tipicamente a vida dos filhos dos pobres das urbes e encorajam o indivíduo a mudar as suas circunstâncias pelas suas próprias iniciativas.

Quarenta cartas para a minha mulher

Quarenta cartas reais sobre o amor e a convivência. Não tratam do fervor dos começos, mas da calma dos dias partilhados. São escritas a partir do silêncio, esse que cresce entre dois seres que se conhecem bem. Entre gestos repetidos, hábitos cúmplices, pequenas memórias guardadas sem alarde. São registos breves, mas densos como os alicerces de uma casa feita a duas mãos. Falam dos pilares invisíveis que sustentam o amor: a paciência, a escuta, o gesto sem aplauso.Quarenta estações de uma viagem sem mapa. Sem promessas de chegada, mas com a firmeza dos passos que seguem, juntos, rumo a um infinito tranquilo, aquele que só o amor vivido, e não sonhado, conhece.


Ficha Técnica
QUARENTA CARTAS PARA A MINHA MULHER
NADER EBRAHIMI
Título original: Chehel Name-ye kootah be hamsaram
Tradução: Khatereh Kianinezhad
ISBN: 978-989-36213-4-9
Dimensões:13 x 19
Encadernação: Capa mole
Páginas: 138


Nader Ebrahimi (1936-2008) foi um dos mais proeminentes escritores, cineastas, letristas, dramaturgos, professores e iranólogos iranianos contemporâneos. Nasceu em Teerão e estudou Direito antes de mudar para o curso de Língua e Literatura Inglesa.
Para além da escrita, também se dedicou ao cinema, tendo realizado numerosos documentários e longas-metragens.
Nader Ebrahimi viveu uma vida de amor e dedicação ao lado da sua mulher, Farzaneh Mansouri, durante 43 anos. Faleceu em 2008, após anos de luta contra a doença, deixando um legado literário inestimável no Irão.

O Poder de Não Pensar

Uma abordagem direta ao autoconhecimento.Os seres humanos passam toda a sua vida a perseguir o que não existe!O pensamento excessivo é uma miragem mental que mergulha a mente na escuridão e na ambiguidade, e todos nós estamos involuntariamente presos neste ciclo. Praticando a atenção plena, escapando às pressões da mente e entrando numa quietude calma e intencional, podemos conhecer-nos verdadeiramente. Caso contrário, como uma folha seca ao sabor dos ventos do destino, somos constantemente arrastados para o desconhecido. Libertarmo-nos deste pensamento excessivo é a chave para alcançarmos a consciência, a ausência de limites e o controlo sobre a vida real.


Ficha Técnica
O PODER DE NÃO PENSAR
M. J. MOSSAFA
Tradução: Khatereh Kianinezhad
ISBN: 978-989-35890-3-8
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192


M.J. Mossafa é um autor persa contemporâneo de grande sucesso de vendas. Nos seus livros, explora uma abordagem pioneira para decifrar o código do comportamento humano. Mossafa é autor de muitos livros sobre sufismo e auto-realização, incluindo uma grande obra sobre os ensinamentos essenciais do Masnavi de Rumi. É autor de um total de oito livros e publicou doze traduções do inglês para o persa, nove obras de J. Krishnamurti, e três da Dra. Karen Horney, a famosa psicóloga. Ensina espiritualidade e auto-realização há mais de quatro décadas.

O Alienista

Na pacata vila de Itaguaí, o respeitado Dr. Simão Bacamarte, ilustre médico obcecado pela busca da verdade científica, decide dedicar-se ao estudo da mente humana. Para tal, funda a Casa Verde, um manicómio onde promete diagnosticar e tratar os distúrbios mentais dos habitantes. Contudo, aquilo que começa como uma nobre empreitada rapidamente transforma a vila num cenário de confusão e paranoia.À medida que Simão Bacamarte alarga os seus critérios de insanidade, cada vez mais cidadãos são internados, e a linha entre sanidade e loucura torna-se cada vez mais ténue. A trama mistura humor mordaz com reflexão profunda, explorando os limites do poder, o dogmatismo científico e a fragilidade da condição humana.Com a sua ironia acutilante e narrativa envolvente, Machado de Assis apresenta uma crítica intemporal às pretensões da razão e às absurdidades da sociedade.O Alienista é uma obra-prima que faz rir, pensar e questionar os caminhos das nossas próprias convicções.


Ficha Técnica
O ALIENISTA
MACHADO DE ASSIS
ISBN: 978-989-35890-5-2
Dimensões: 13 x 21
Encadernação: Capa mole
Páginas: 89


Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 – Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, amplamente reconhecido por críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior expoente da literatura brasileira. A sua produção literária abrangeu praticamente todos os géneros, incluindo poesia, romance, crónica, dramaturgia, conto, folhetim, jornalismo e crítica literária. Machado de Assis testemunhou a Abolição da Escravatura e a transição política do Brasil, com a proclamação da República em substituição do Império, além de diversos eventos significativos no final do século XIX e início do século XX, sendo um notável comentador e relator dos acontecimentos político-sociais da sua época.

Entre portas e janelas

Num pátio, uma amizade voa em direção ao imaginário. Duas almas ligadas pelo amor à escrita, duas almas que se reencontram num dia de primavera. Tudo é possível e o momento presente é uma janela para eternidade.Janelas e portas comunicam e representam a transição entre o interior e o exterior, o privado e o público, o conhecido e o desconhecido. Um espaço, uma casa, conta muito sobre nós. Nossas manifestações criativas com base em nossas próprias trajetórias, narram histórias, deixam legados, mas sobretudo, comunicam nossas defesas e aberturas, estabelecendo linhas tênues entre tantas fronteiras e limites. Há sempre um portal que se abre e que se fecha neste comboio do mundo.Um abrir nem sempre possibilita abertura. Até mesmo um fechar de portas pode ser um abrir sem abrir. Um fechar não é de todo definitivo e quando é, algo realmente precisa mudar, partir. Neste sentido, as portas e janelas nos intrigam há tantos séculos. Nos abrigam em nossos muros particulares. Mas muito mais do que uma estrutura em si, que se completa, que se abre e se fecha, as janelas e portas são como os nossos sentidos a se abrirem. É particularmente singular não querer nunca abrir na vida uma nova janela, realizar-se numa nova porta. Há sempre perguntas e também respostas numa janela centenária ou numa porta moderna. E entendendo as portas e também as janelas como uma abertura ou fechamento de muitos períodos, estas que são instrumentos que atravessaram tantos tempos, hoje são tema, inspiração e manancial de nossa escrita literária.Entre portas, Amanda Lopes apresenta alguns dos muitos olhares que a atravessam. Entre janelas, Rosária Casquinha da Silva apresenta alguns dos muitos olhares que a provocam. Entre portas e janelas atravessaremos juntos e também seremos provocados a tantos.


Ficha Técnica
ENTRE PORTAS E JANELAS
AMANDA LOPES | ROSÁRIA CASQUINHA DA SILVA
ISBN: 978-989-36213-0-1
Dimensões: 13 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 182


Brasileira, bisneta de Portugueses e Italianos, Amanda da Silveira Lopes nasceu em 1988.É colunista, escritora, poetisa, roteirista, compositora, atriz, diretora, dubladora, redatora publicitária, palestrante, criadora de conteúdo literário e idealizadora do projeto e marca Farol das Palavras, que valoriza e incentiva iniciativas e projetos em prol da lusofonia.Lançou seu primeiro livro aos 18 anos e atualmente tem dez livros lançados entre romances, contos, poesias, narrativas, histórias infantis e desenvolvimento pessoal.É coautora pela UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa do livro Literatura e Cultura em Tempos de Pandemia pela Editora Portuguesa Guerra e Paz, com apoio da Câmara Municipal de Lisboa.Acompanhe mais sobre a autora em:@faroldaspalavras@eusouamandalopeswww.faroldaspalavras.com


Rosária Casquinha da Silva nasceu em 1970, em Lisboa. Porém, a sua casa foi, desde os primeiros dias, a vila de Cascais. Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade, pelo Instituto Novas Profissões. Em dezembro de 2019, ganha o Concurso Literário luso-brasileiro do Farol das Palavras com o texto «Estou em Casa». Em 2020, participa na antologia «Palavras Orientadas Histórias Encontradas» com o conto «A fuga».Em dezembro de 2020, lança o livro de short stories «No Meio do Nada». Em 2023 publicou o livro de contos, «Da janela vejo o Sandokan» com 52 short stories cheias de vida e de curiosidade pelo que rodeia a autora. Em 2024 participa
na antologia de contos «Criaturas Noturnas – Crónicas Portuguesas de Vampiros», com o conto «Cruz Alta».
Promove, organiza e dinamiza os encontros do Clube de Leitura Livros no Armazém. É mentora do projeto Cartas, Atalhos que aproximam, que tem como objetivo resgatar a tradição da escrita de cartas.@rosaria_casquinha

Da janela vejo o Sandokan

«Da janela vejo o Sandokan» resume-se a 52 short stories cheias de vida e de curiosidade pelo que rodeia a autora. Ela, que adora "observar da sua janela" as pessoas, a natureza, o milagre da vida, cria estórias e cenários para lá do que observa; diverte-se enquanto absorve a vida real e a possibilidade do imaginário; entrega-se às pequenas coisas que passam despercebidas ao olhar de quem corre, sem saber muito bem para onde; perde-se em pensamentos e observa-se intensamente; contempla a revelação daquilo que é e aspira a ser.Ela vê o Sandokan da sua janela, e você?


Ficha Técnica
DA JANELA VEJO O SANDOKAN
ROSÁRIA CASQUINHA DA SILVA
Prefácio: Maria João Covas
ISBN: 978-989-35283-5-8
Dimensões: 13 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 125


Rosária Casquinha da Silva nasceu em 1970, em Lisboa. Porém, a sua casa foi, desde os primeiros dias, a vila de Cascais. Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade, pelo Instituto Novas Profissões. Em dezembro de 2019, ganha o Concurso Literário luso-brasileiro do Farol das Palavras com o texto «Estou em Casa». Em 2020, participa na antologia «Palavras Orientadas Histórias Encontradas» com o conto «A fuga».Em dezembro de 2020, lança o livro de short stories «No Meio do Nada». Em 2023 publicou o livro de contos, «Da janela vejo o Sandokan» com 52 short stories cheias de vida e de curiosidade pelo que rodeia a autora. Em 2024 participa
na antologia de contos «Criaturas Noturnas – Crónicas Portuguesas de Vampiros», com o conto «Cruz Alta».
Promove, organiza e dinamiza os encontros do Clube de Leitura Livros no Armazém. É mentora do projeto Cartas, Atalhos que aproximam, que tem como objetivo resgatar a tradição da escrita de cartas.@rosaria_casquinha

Sozinho É Um Péssimo Sítio Para Se Estar

"Sozinho É Um Péssimo Sítio Para Se Estar" é uma coleção de poesia visceral que explora os cantos mais sombrios e íntimos da experiência humana. Nestes versos perspicazes e emocionantes, a autora mergulha a fundo na solidão, depressão, ansiedade, dor e procura por significado.Cada poema é uma jornada através das complexidades da mente e do coração, revelando a luta interior de cada um para encontrar conexão num mundo muitas vezes indiferente. Com uma linguagem poética cativante e imagens vívidas, este livro convida os leitores a confrontar as suas próprias emoções e a encontrar conforto na universalidade da experiência humana.


Ficha Técnica
SOZINHO É UM PÉSSIMO SÍTIO PARA SE ESTAR
CAROLINA R. RODRIGUES
ISBN: 978-989-35890-0-7
Dimensões: 13 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256


Carolina Ribeiro Rodrigues é uma comunicadora multifacetada, com formação em Comunicação e Cultura pela FLUL, mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação pelo ISCTE e pós-graduação em Marketing Digital. Aos 29 anos, conta com passagens pelo jornalismo e experiência em gestão de projetos IT.
A saúde mental é um tema central na sua vida e obra, encontrando nos treinos de Krav Maga e Muay Thai uma válvula de escape e uma fonte de inspiração.
Vive com o namorado e duas gatas em Lisboa.

O Crepitar da Terracota, Vol. I - Fogo

Nomeado para o Grande Prémio Adamastor 2025 — Literatura Fantástica Portuguesa«Para muitas pessoas que desbloquearam novos sentidos, essa capacidade de desbloqueio começou a ser sinónimo de necessidade da ausência de conhecimento racional, ou seja, estar mais ligado à vertente emocional e espiritual, e não tanto ao lado racional humano. (…) Nenhuma chega à plenitude das suas potencialidades sem a outra. O lado emocional, racional e o espiritual têm de andar de mãos dadas.»Numa realidade futurista, onde a digitalização e a robótica reinam, mas sem ainda a terem dominado, Ana Maria vê-se desempregada, com falhas de memória e com uma filha para criar. Neste mundo, onde a raça humana está lentamente a desaparecer e enfrenta diversas privações e desafios, Ana depara-se com uma situação que irá pôr em causa todas as suas crenças e conhecimentos para salvar alguém de grande importância para ela. O caminho escolhido irá revelar-lhe um dos percursos até à verdade, ao desbloquear novos sentidos e acessos a dimensões temporárias cuja existência desconhecia.

Queres saber mais? Vê o nosso book teaser criado pelo fantástico estúdio de animação Puto Studio.


Ficha Técnica
O CREPITAR DA TERRACOTA, VOLUME I - FOGO
INÊS REBANDA COELHO
ISBN: 978-989-35584-8-5
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 461


Inês Rebanda Coelho é licenciada em Som e Imagem e mestre em Cinema e Audiovisual pela Universidade Católica Portuguesa. Em 2018, concluiu o seu doutoramento em Ciências da Comunicação na Universidade do Minho. Tanto no seu decorrer como desde então, tem publicado diversos artigos e capítulos científicos, e ministrado variadas conferências, seminários, comunicações públicas e formações em cinema, ciências da comunicação, propriedade intelectual e direitos de imagem. É cofundadora e cocoordenadora do GT Economia e Gestão na Imagem em Movimento da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM), é codiretora e coeditora da revista científica indexada Cinema & Território, jurada efetiva do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), docente universitária, investigadora científica e consultora de produção de cinema e audiovisual, respetiva gestão financeira e propriedade intelectual.Possui uma grande paixão por fantasia e ficção científica, tendo já há muito tempo o desejo de enveredar por estes géneros da ficção, tanto em termos literários como cinematográficos, sem ser apenas na vertente de consultoria. Apesar de não ser estreante como autora e escritora, “O Crepitar da Terracota” é a primeira obra literária que lança a solo e dentro do mundo da ficção.

O Crepitar da Terracota, Vol. II - Sopro

«Tu estás infeliz... não só por eu estar doente... e incapacitado... mas porque tu um dia... sentes-te a lua... noutro dia o sol... e noutro um eclipse... e não sabes porquê. Quero que saibas que... não há qualquer mal... em seres tudo isso.»Sopro é o segundo volume da trilogia O Crepitar da Terracota, e acompanha Ana Maria e o seu grupo numa jornada desafiante até ao Alaska, onde novas ameaças se entrelaçam num caminho de descoberta e transformação.Neste novo capítulo, reencontramos algumas das personagens do primeiro volume, ao mesmo tempo que se revelam novas pistas e informações essenciais para compreender as diferentes dimensões e criaturas que existem para além do universo humano.Este é também um dos momentos mais emotivos da trilogia, marcado por revelações, conflitos internos e relações intensas, onde acompanhamos de perto o crescimento de cada personagem perante as adversidades.

Queres saber mais? Vê o nosso book teaser criado pelo fantástico estúdio de animação Puto Studio.


Ficha Técnica
O CREPITAR DA TERRACOTA, VOLUME II - SOPRO
INÊS REBANDA COELHO
ISBN: 978-989-36213-3-2
Dimensões: 15 x 22 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 339


Inês Rebanda Coelho é licenciada em Som e Imagem e mestre em Cinema e Audiovisual pela Universidade Católica Portuguesa. Em 2018, concluiu o seu doutoramento em Ciências da Comunicação na Universidade do Minho. Tanto no seu decorrer como desde então, tem publicado diversos artigos e capítulos científicos, e ministrado variadas conferências, seminários, comunicações públicas e formações em cinema, ciências da comunicação, propriedade intelectual e direitos de imagem. É cofundadora e cocoordenadora do GT Economia e Gestão na Imagem em Movimento da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM), é codiretora e coeditora da revista científica indexada Cinema & Território, jurada efetiva do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), docente universitária, investigadora científica e consultora de produção de cinema e audiovisual, respetiva gestão financeira e propriedade intelectual.Possui uma grande paixão por fantasia e ficção científica, tendo já há muito tempo o desejo de enveredar por estes géneros da ficção, tanto em termos literários como cinematográficos, sem ser apenas na vertente de consultoria. Apesar de não ser estreante como autora e escritora, “O Crepitar da Terracota” é a primeira obra literária que lança a solo e dentro do mundo da ficção.

Criaturas Noturnas: Crónicas Portuguesas de Vampiros

No coração do Portugal oitocentista, onde a nobreza decai e as trevas crescem, os vampiros ditam as regras da imortalidade... Do jogo mortal da condessa Barsov, à inocente Colette, que questiona o sentido da imortalidade... Entre cidades cosmopolitas e aldeias remotas... No casarão da Cruz Alta, a intrépida Aurora vai selar o seu destino... Nos segredos do Mata-Frades, os demónios espreitam, e nem todos estão dispostos a obedecer... D. Fradique busca vingança. Mas será ele o caçador ou a presa? Aurélio da Paz dos Reis pode tropeçar no sobrenatural, mas há sempre algo mais perigoso à espreita... Entre a luz e a escuridão, o passado e a eternidade, cada crónica revela segredos sombrios, onde os vampiros são os verdadeiros senhores da noite.Com contos da autoria de Alexandre Bizarro, André Silva, Francisco Loureiro, Inês Rebanda Coelho, Maria Cristina Sousa, Rosária Casquinha da Silva.Ilustrações de Álvaro André Neves, Francisco Loureiro, Khatereh Kianinezhad, Michael Grassia, Sophia, Sora Almasy.


Ficha Técnica
CRIATURAS NOTURNAS: CRÓNICAS PORTUGUESAS DE VAMPIROS
ORG. FRANCISCO LOUREIRO
ISBN: 978-989-35890-1-4
Dimensões: 13 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 162

All For One - Legends of the Musketeers

In an age where honour was worth more than life itself, where the whisper of a vow could weigh heavier than a blade, legends were written with the sword and sealed with blood. These pages unveil a world of burning passions and perilous intrigues, where blades are drawn not only for survival, but for vengeance, justice, and the fate of nations.A young woman takes up the sword to avenge her fallen brother. Two old rivals meet for a final reckoning, their blades heavy with memory. At the command of Cardinal Richelieu, a mercenary swordsman accepts a mission as perilous as it is impossible. Two women — one noble of heart, the other cunning and cruel — confront the fates that bind them. A secret brotherhood risks everything to seize the power of a priceless necklace. And behind a mask, a mysterious figure strikes the first spark of revolution.Step into a world where destiny is carved in blood, and where the timeless cry — “All for one, and one for all!” — still echoes with undying power.


Ficha Técnica
ALL FOR ONE - LEGENDS OF THE MUSKETEERS
Christine Féret-Fleury, Ewa Grzybowska, Francisco Silva,
Jan Zbiciński, Ryo Arakawa
ISBN: 978-989-35890-4-5
Idioma: Inglês
Dimensões:13 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164

Um dia voltaremos a encontrar-nos

(A leitura deste mangá é feita da direita para a esquerda, conforme o padrão tradicional de publicação no Japão, preservando a experiência de leitura original.)Em Hong Kong pós-2019, as mudanças políticas despertam um sentimento de partida. Esta coletânea de histórias yuri capta os relatos comoventes de mulheres a navegar no amor e na perda. Algumas deixam para trás a sua zona de conforto em busca de novos horizontes; outras permanecem, enfrentando a mudança com resiliência.De inícios cheios de esperança a despedidas agridoces, cada história tece um retrato íntimo de saudade e reencontro. Seja na centelha de um primeiro encontro ou na ternura de um reencontro, as jornadas emocionais destas mulheres de Hong Kong convidam-te a uma tocante exploração de partidas e regressos.


Ficha Técnica
UM DIA VOLTAREMOS A ENCONTRAR-NOS
SMALLTUNG
Título original: Mǒu tiān zài yù zhè ge dì fāng
Tradução: Mariana Félix, Francisco Silva
ISBN: 978-989-36213-2-5
Dimensões: 14 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 134
© 2021, smalltung
© 2025, Intelectual Editora


Ler excerto


Smalltung é uma artista dedicada à comunidade doujin de Hong Kong há mais de 20 anos, com um percurso marcado pela criação de mangá original e várias obras publicadas. Apaixonada por romances yuri, destaca-se na arte de construir narrativas com um marcado sabor local, captando com sensibilidade as emoções da vida urbana — entre o riso e a melancolia.

As Fantásticas Aventuras de Don Quixote

(A leitura deste mangá é feita da direita para a esquerda, conforme o padrão tradicional de publicação no Japão, preservando a experiência de leitura original.)Finalista do Concurso Wordless World Manga da KADOKAWA (2025), categoria “Manga Temático”.Esta é uma narrativa reinventada de uma versão mais jovem de Don Quixote, que, por acidente, é transportado para outra dimensão, dando início a uma viagem repleta de descobertas. Ele abraça a emoção e o mistério da aventura, mas acaba por aprender a valorizar a sua realidade, profundamente ligada à sua terra natal.


Ficha Técnica
AS FANTÁSTICAS AVENTURAS DE DON QUIXOTE
INGRID WANG
Título original: The Fantastical Adventures of Don Quixote
ISBN: 978-989-36213-6-3
Dimensões: 14 x 21 cm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
© 2025, Ingrid Wang
© 2025, Intelectual Editora


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Ingrid Wang é uma artista taiwanesa-canadiana que se dedica ao mangá tradicional, a preto e branco.
A sua vivência multicultural influencia profundamente o seu estilo e a forma como desenha, combinando
aventura individualista e introspeção silenciosa, num equilíbrio inspirado tanto nas histórias do Ocidente
como do Oriente.
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«O Sinal do Zorro» pela primeira vez em livro em Portugal

Por Francisco Silva

14/06/2023


É com três golpes de espada que formam a letra «Z» e com uma boa dose de aventura e romance que a história original do lendário justiceiro mascarado, Zorro, defensor dos oprimidos e campeão da justiça na antiga Califórnia, regressa em formato livro a Portugal.

Em parceria com os editores Rich Harvey e Audrey Parente, da editora americana Bold Venture Press, e a Zorro Productions, detentora dos direitos do personagem, a Intelectual Editora tem a honra de apresentar «O Sinal do Zorro», primeira edição portuguesa em formato livro da história original do justiceiro espadachim, criado em 1919 pelo escritor e jornalista norte-americano Johnston McCulley.A história, originalmente intitulada «A Maldição de Capistrano», foi editada em formato folhetim, dividida em cinco partes, com a primeira parte publicada no dia 9 de agosto de 1919, na revista All Story Weekly.A premissa é simples e baseada no conceito de herói romanesco e popular. No início do século XIX, o jovem fidalgo Don Diego Vega assume a identidade secreta de Zorro para defender o povo da tirania dos soldados espanhóis que dominam as colónias da Coroa Espanhola na região da Califórnia. O justiceiro mascarado enfrenta os homens do sargento Gonzales e cruza a sua espada com o pérfido capitão Ramón na disputa pelo coração da bela Lolita Pulido. «O Sinal do Zorro» é um clássico da literatura pulp que deu origem a um dos heróis mais famosos de todos os tempos.Um projeto ambicioso da Intelectual Editora em parceria com os detentores dos direitos do personagem e com a editora americana Bold Venture Press, ilustrado por Sora Almasy, uma talentosa artista internacional.


O SINAL DO ZORRO (INTELECTUAL EDITORA)
SORA ALMASY | Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados.


UM HERÓI CENTENÁRIO: ZORRO EM PORTUGALEm Portugal, até à data desta edição, a obra de Johnston McCulley foi apenas editada duas vezes e em formato de folhetim. A primeira em 1949, na revista Diabrete, e a segunda, em 1964 na revista juvenil Zorro.Curiosamente, não foi através da literatura que Zorro foi apresentado ao público português mas sim pela cinematografia.A primeira adaptação de Zorro ao cinema foi realizada em 1920, intitulada «O Sinal do Zorro» e protagonizada por um dos astros do cinema da época — o ator Douglas Fairbanks. O filme foi um êxito mundial e não só catapultou ainda mais a fama do ator como também fez de Zorro um dos heróis mais queridos e favoritos do público em geral.A primeira adaptação de Zorro ao cinema teve de facto grande impacto em Portugal. O público adulto mostrou considerável interesse e tanto os adolescentes como as crianças vibraram com este novo herói.O interesse no personagem proliferou. Em 1925, Fairbanks decidiu interpretar novamente Zorro na sequela «Don Q, Filho de Zorro», na época também conhecido (em França e Portugal) como «Don X, Filho de Zorro».


O SINAL DO ZORRO (1920)
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados.


Em 1940, foi realizado o remake do original, com Tyrone Power, Linda Darnell e Basil Rathbone nos principais papéis.Considerada por muitos como a melhor adaptação ao cinema, «O Sinal do Zorro», realizado por Rouben Mamoulian, é, de facto, uma obra cinematográfica notável no seu género e os portugueses da década de 40 aprovaram esta nova e sofisticada versão. O filme estreou em Portugal no dia 5 de fevereiro de 1941 e foi destaque na edição do dia 3 de fevereiro da revista cinematográfica Animatógrafo, cujo diretor era o realizador português António Lopes Ribeiro.«Encontram-se sempre bons assuntos «novos» nos bons assuntos «velhos», mina inesgotável de êxitos sucessivos e renováveis. Esta afirmação pode ilustrar-se bem expressivamente com a série de novas versões dos grandes filmes de Douglas Fairbanks que está a enriquecer extraordinariamente a atual temporada: «As Aventuras de Robin dos Bosques» acaba de obter um êxito monumental, «O Ladrão de Bagdad» será estreado em breve, e a nova versão de «O Sinal do Zorro» — o maior triunfo do inesquecível Doug — de que se anuncia a estreia para esta semana, vai conquistar, tão certo como dois e dois serem quatro, um êxito esmagador. (…) É que sabemos como Tyrone Power compôs o tipo romanesco do Zorro — o de filho-família tímido e indolente, e o do espadachim audacioso e aventureiro (…)»

«Encontram-se sempre bons assuntos «novos» nos bons assuntos «velhos», mina inesgotável de êxitos sucessivos e renováveis. Esta afirmação pode ilustrar-se bem expressivamente com a série de novas versões dos grandes filmes de Douglas Fairbanks que está a enriquecer extraordinariamente a atual temporada: «As Aventuras de Robin dos Bosques» acaba de obter um êxito monumental, «O Ladrão de Bagdad» será estreado em breve, e a nova versão de «O Sinal do Zorro» — o maior triunfo do inesquecível Doug — de que se anuncia a estreia para esta semana, vai conquistar, tão certo como dois e dois serem quatro, um êxito esmagador. (…) É que sabemos como Tyrone Power compôs o tipo romanesco do Zorro — o de filho-família tímido e indolente, e o do espadachim audacioso e aventureiro (…)»

A.M (1941, 3 de fevereiro). Nova versão dum grande êxito: «O Sinal do Zorro». Animatógrafo.


O SINAL DO ZORRO (1940)
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados.


O filme arrecadou uma nova geração de fãs e reavivou o interesse na história literária, até então ignorada em Portugal. Em 1949, a popular revista Diabrete publicou finalmente, em formato folhetim, o original de Johnston McCulley. Zorro surgiu triunfante na capa do número 597 com ilustrações impressionantes de Fernando Bento.O vingador mascarado vinculou a sua posição como herói infantojuvenil e romanesco, junto de icónicos personagens do mesmo género literário, tais como d’Artagnan e os Três Mosqueteiros, Robin dos Bosques, e dos personagens do autor Emílio Salgari, os «salgarianos» Sandokan e Corsário Negro, que, em particular, gozavam de uma popularidade estonteante nos leitores juvenis portugueses na década de 50.


WALT DISNEY'S ZORRO (1957)
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados.


Da grande tela, Zorro saltou para o pequeno ecrã e as gerações seguintes viram o Zorro adaptado à televisão por Walt Disney, na que se ia tornar na versão mais popular do personagem.«Zorro» de Walt Disney conquistou por completo os baby-boomers americanos e tornou-se um estonteante êxito na Argentina (ainda hoje é transmitida na televisão!). O sucesso da série também se propagou pela europa, com especial destaque para Espanha, França e Itália.A partir do final dos anos 70, Zorro começou a fazer parte do imaginário português, não só como herói de aventuras mas também muito conotado com o Carnaval, passando a ser um disfarce «quase obrigatório» e fácil de usar para qualquer criança participar na tradição carnavalesca. As mães e as avós pintavam nas caras dos seus filhos e netos um elegante bigode desenhado, depois punha-se o chapéu, quase sempre com a letra «Z» no centro, e por fim a mascarilha, praticamente igual para todos. Foi nesse contexto que Zorro marcou, de forma mais pertinente, a sua presença em Portugal. E em cada mês de fevereiro, uma avalanche de «pequenos» Zorros invadia as escolas, os infantários e as ruas das cidades portuguesas para festejar o Carnaval.Já nos anos 90, uma nova série televisiva resgatou fãs do clássico da Walt Disney e apresentou o personagem a uma nova geração. Em Portugal, foram transmitidas as duas primeiras temporadas. Pouco tempo depois uma nova animação japonesa, produzida pela produtora italiana Mondo TV, conquistou o público infantojuvenil português e o Zorro voltou a fazer parte do imaginário infantil. A dobragem portuguesa contribuiu bastante para o sucesso e grande parte da geração dos finais de 80 e 90 recordam com carinho esta versão. Até hoje, uma das mais populares em Portugal.O ano de 1998 marcou o regresso de Zorro ao grande ecrã, com a superprodução «A Máscara de Zorro», com Antonio Banderas, Anthony Hopkins e Catherine Zeta-Jones. Realizado por Martin Campbel e produzido por Steven Spielberg, o filme foi um êxito mundial. Por cá, esta nova versão do justiceiro mascarado estreou em outubro de 1998 e foi muito bem recebido, tanto pelo público como pela crítica.«A estratégia de multiplicar os Zorros por dois é excelente porque arranca o herói à sua origem aristocrática e devolve-o às massas: é um filho de pobres, regenerado, que se torna o paladino dos pobres e dá a estocada final no coração da mais romântica e cativante das amadoras da esgrima. Apanhado entre o garbo e o pundonor, a identificação do espectador é total.»

«A estratégia de multiplicar os Zorros por dois é excelente porque arranca o herói à sua origem aristocrática e devolve-o às massas: é um filho de pobres, regenerado, que se torna o paladino dos pobres e dá a estocada final no coração da mais romântica e cativante das amadoras da esgrima. Apanhado entre o garbo e o pundonor, a identificação do espectador é total.»

CABRITA, António. (1998, 24 de outubro). Espadas e corações: O pasodoble e o tinir das espadas voltam a emocionar as plateias. Expresso.


A MÁSCARA DE ZORRO (1998)
Zorro ® & Zorro Productions, INC. Todos os direitos reservados.


Para além do livro do filme, adaptado ao público juvenil por Frank Lauria, foi também lançado um videojogo para o famoso Gameboy Color.Depois deste sucesso, que ainda se prolongou por mais alguns anos, Zorro regressou ao cinema em 2005, com a muito esperada sequela do filme de 98. «A Lenda de Zorro» reuniu mais uma vez Antonio Banderas e Catherine Zeta Jones numa nova e empolgante aventura realizada por Martin Campbell e produzida por Steven Spielberg. Sobre as motivações da realização desta sequela, Antonio Banderas afirmou em entrevista que:«A aposta de Steven Spielberg, que é a alma deste projeto, era fazer um filme de aventuras como os dos anos 40, utilizando muito pouco os computadores.»Foi também nessse ano publicado um novo livro sobre o personagem: «Zorro: O Começo da lenda», da autoria da escritora Isabel Allende, que explora a história da origem do herói mascarado.Desde o blockbuster de 1998 (que marcou a geração do final dos anos 90) com Antonio Banderas e Catherine Zeta-Jones, ao desenho animado que passava na televisão, até às versões mais antigas com o inesquecível Tyrone Power e o clássico do cinema mudo com o lendário Douglas Fairbanks, passando também pela pedagogia de Duncan Regehr e Henry Darrow no princípio dos anos 90, até à inesquecível versão de Walt Disney com Guy Williams… o Zorro será sempre o herói romanesco intemporal, defensor dos oprimidos e campeão da justiça. E agora, pela primeira vez em formato livro, o herói regressa a Portugal na sua primeira e emociante aventura!Zorro faz parte da imaginação de todas as gerações. A sua aparência mudou com o passar dos anos, é certo, mas o seu nobre propósito continua o mesmo. É o símbolo da coragem, da ousadia, da luta pela justiça social — é um símbolo que, sem dúvida nenhuma, podemos afirmar que continuará a lutar pelo que está certo por muitas mais gerações!

«D'Artacão e os Três Moscãoteiros», um fenómeno cultural

Por Francisco Silva

08/07/2024


Há histórias que transcendem o tempo, que ficam vivas nas memórias coletivas e se transformam em parte indelével da cultura popular. "D’Artacão e os Três Moscãoteiros" é uma dessas narrativas, uma aventura intemporal que continua a encantar gerações.

Há histórias que transcendem o tempo, que ficam vivas nas memórias coletivas e se transformam em parte indelével da cultura popular. D’Artacão e os Três Moscãoteiros, criado em 1981 pelo saudoso Claudio Biern Boyd, é uma dessas narrativas, uma aventura intemporal que continua a encantar gerações, mesmo décadas após a sua criação.
Quando as páginas desta banda desenhada se abrem, somos transportados para um mundo de bravura, camaradagem e heroísmo. Inspirada na clássica obra de Alexandre Dumas, esta história ganhou vida de uma forma única na série de animação dos anos 80, que conquistou os corações de milhões de espectadores em todo o mundo, especialmente em Espanha e Portugal, onde se tornou um fenómeno cultural.Quem cresceu nos anos 80 em Portugal, certamente se lembra das aventuras de D’Artacão, Mordos, Dogos e Arãomis. Os intrépidos Moscãoteiros, acompanhados pelo jovem D’Artacão, o destemido aspirante a Moscãoteiro. Juntos, eles lutaram contra a injustiça, defenderam os mais fracos e enfrentaram os vilões mais sinistros, desde o cardeal Richelião e os seus agentes, o conde de Rocãoforte e a bela e perigosa gata, Milady. Tudo isso com uma dose generosa de humor e camaradagem.
Mas o que torna esta história tão especial, tão eternamente relevante? Talvez seja a sua mensagem de amizade, lealdade e justiça, valores que transcendem as barreiras do tempo e ressoam em cada página, em cada episódio. Talvez seja a sua capacidade de nos transportar para um mundo de imaginação e aventura, onde qualquer obstáculo pode ser superado com coragem e determinação. Ou talvez seja simplesmente o carinho e a nostalgia que sentimos ao recordar os momentos passados na companhia destes heróis.Hoje, mesmo após tantos anos desde a sua estreia, D’Artacão e os Três Moscãoteiros continua a cativar novos públicos, mantendo viva a chama da nostalgia para aqueles que cresceram com as suas aventuras. É um testemunho do poder duradouro da boa narrativa, capaz de atravessar gerações e inspirar aqueles que a ela se entregam.Esta banda desenhada não é apenas uma obra de ficção; é um legado, um tesouro da cultura popular que continua a enriquecer as vidas daqueles que têm a sorte de descobri-la. Que estas páginas tragam alegria, emoção e inspiração a todos os que se aventurarem nelas, assim como fizeram com tantos antes de nós. Porque, no final das contas, a verdadeira magia de D’Artacão e os Três Moscãoteiros está no seu poder de nos lembrar que, mesmo nos momentos mais sombrios, a amizade, a coragem e a justiça sempre prevalecerão.
Um por todos, todos por um!

«Os Três Mosqueteiros» de Alexandre Dumas, em Portugal.
Do século XIX à atualidade

Por Francisco Silva

09/04/2024


Espadas, duelos, aventura, intriga e romance!

Na semana da estreia nacional e do lançamento do livro do filme pela Intelectual Editora,  «Os Três Mosqueteiros: Milady», recordamos o percurso literário deste mítico e intemporal clássico de Alexandre Dumas, com um foco especial no panorama editorial português.O clássico literário «Os Três Mosqueteiros», de Alexandre Dumas, foi publicado pela primeira vez em formato de folhetim, entre 14 de março a 14 de julho do ano de 1844, no jornal Le Siècle.


Pormenor de ilustração de capa francesa de «Os Três Mosqueteiros». Séc. XIX.


A narrativa da obra literária «Os Três Mosqueteiros» passa-se em 1625. Relata as aventuras do jovem espadachim e intrépido d’Artagnan que, aos dezoito anos, deixa a sua terra natal na Gasconha, e parte para Paris, com o sonho de se alistar no corpo de elite dos guardas do rei, os mosqueteiros.Chegado à capital, d’Artagnan conhece Athos, Porthos e Aramis, três mosqueteiros que são apelidados de «os três inseparáveis».Por ironia do destino, o jovem gascão desafia-os, um a um, para um duelo. O confronto nunca se chega a consumar. Os duelos estão proibidos por lei e os rivais dos mosqueteiros, os guardas do cardeal, aparecem no local para impedir o confronto e prender os desordeiros.Depois de lutarem juntos contra a infame guarda do cardeal, a bravura de d’Artagnan consegue conquistar a amizade e confiança dos mosqueteiros. A partir desse dia, tornam-se inseparáveis e juntos vão viver inúmeras aventuras ao serviço de França.Alexandre Dumas retrata os mosqueteiros como homens de honra, apaixonados pela vida, de conduta assente nos valores da amizade, fraternidade e entreajuda. O seu espírito de lealdade culmina no famoso grito: «Um por todos, todos por um!»


Ilustração de Maurice Leloir, séc. XIX.


Edições portuguesasDepois de alcançar grande sucesso em França, a obra «Os Três Mosqueteiros» de Alexandre Dumas chegou a Portugal muito rapidamente. Foi traduzida para português e publicada no ano de 1845, dividida em 4 volumes, sendo que os restantes três foram editados entre 1846 e 1847. Trata-se de uma tradução livre de José Hermenegildo Correa, com ilustrações em extratexto com 8 gravuras abertas em chapa na Lithografia Francesa, expressamente para esta edição.No final da obra há uma secção impressa a tinta dourada, que citámos ainda com o português da época: «Lista dos Ilustrissimos e Excelentissimos Senhores Assignantes», correspondendo aos subscritores dos círculos de leitura de Lisboa. Entre eles destacam-se o conde das Antas, o conde Farrobo, Joaquim Laureano Burel, os Granadeiros da Rainha, a Guarda Municipal de Lisboa, entre outros.


Primeira edição portuguesa de «Os Três Mosqueteiros», 1845.


Em plena Belle Époque, a Empreza Literária Fluminense publica, em 1889, a edição ilustrada para Portugal e Brasil, em dois volumes de capa dura.Uma edição posterior, muito possivelmente a primeira ilustrada por um artista nacional, cuja data é incerta mas que a BNP aponta para a década de 20, inclui seis ilustrações em aguarela e tinta da china, da autoria de António José Ramos Ribeiro.


Primeira edição ilustrada por um artista nacional: António José Ramos Ribeiro, anos 20.


Em 1929, a Livraria Lello, no Porto, publica uma nova edição em dois volumes, com ilustrações de capa da autoria de Alberto de Souza, notável aguarelista e ilustrador nacional. No primeiro volume, com traços bem portugueses, destaca-se a ilustração de d’Artagnan, enquanto no segundo, o artista optou por figurar a vilã da história, Milady de Winter, também com traços mais portugueses do que franceses. Curiosamente o formato gráfico espelha as edições dos livros dos novos filmes.Nos anos 60, destacamos a edição da Minerva, dividida em três volumes, com tradução de A. teixeira. A ilustração da capa foi novamente da autoria de António José Ramos Ribeiro, e explora a iconografia clássica e que vive no nosso imaginário – os três mosqueteiros, Athos, Porthos e Aramis, e em segundo plano, o jovem d’Artagnan, prestes a bater-se em duelo.


Edição da Editorial Minerva, em 3 volumes. Lisboa, 1961.


Nos anos seguintes, entre os finais de 60 e 70, surgiram várias edições, incluindo bandas desenhadas e adaptações condensadas.Na década de 80, a Verbo publicou uma edição direcionada ao público infantojuvenil. As míticas ilustrações do artista português Augusto Trigo ainda hoje estão bem presentes na memória das gerações que cresceram nos anos 80 e 90. Foram elaboradas duas capas, expressivas e coloridas, refletindo claramente o espírito de aventura e de amizade entre os protagonistas.Impressa em 1999 e publicada no ano 2000,  destaca-se também uma edição profusamente ilustrada, com inúmeras notas e informações de contexto histórico-social sobre a época dos mosqueteiros. Trata-se de uma tradução do original, da Dorling Kindersley Limited. A autoria das ilustrações ficou a cargo de Victor Ambrus.Para os mais novos é sem dúvida uma excelente introdução ao clássico e, embora o texto esteja muito reduzido, é rica em conteúdo pedagógico e iconografia.Estas são apenas algumas das edições portuguesas de «Os Três Mosqueteiros» de Alexandre Dumas, entre tantas outras, que revelam não apenas a popularidade duradoura desta obra-prima da literatura mundial, mas também as nuances da receção e interpretação do público português ao longo do tempo. Desde a sua primeira tradução para o português até as adaptações mais contemporâneas, estas edições refletem não apenas a evolução do idioma e da cultura, mas também as mudanças nos valores e na sensibilidade do leitor português.Além disso, ao examinarmos as diferentes traduções e edições, podemos perceber as escolhas editoriais que foram feitas ao longo dos anos, bem como as influências culturais e históricas que moldaram cada uma dessas versões. A riqueza de interpretações e abordagens demonstra a flexibilidade e a vitalidade desta obra clássica, que continua a cativar leitores de todas as idades e nacionalidades.A nova adaptação infantojuvenil do filme, «Os Três Mosqueteiros: Milady», difere em alguns pontos criativos à original de Alexandre Dumas. A Intelectual Editora tem a honra de abrir uma nova janela para esta história, com uma nova recontextualização, revigorada para as novas gerações do século XXI, garantindo que os valores que nela figuram perdurem por muitos mais anos vindouros.Em conclusão, é evidente que «Os Três Mosqueteiros» permanece não apenas como um marco na literatura francesa, mas também como um símbolo da imaginação humana e da busca pela aventura, honra e amizade. As suas inúmeras edições em língua portuguesa são testemunhos vivos da sua relevância contínua e do seu poder duradouro de encantar e inspirar gerações.

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